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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pesquisa da Deloitte aponta potencial de crescimento brasileiro nos próximos anos

Em meio às recentes conquistas do Brasil como sede da Copa do Mundo e da Olimpíada e às descobertas na camada pré-sal, executivos e empresários entrevistados apontaram as atividades de construção (55%), petróleo e gás (54%) e turismo, hotelaria e lazer (28%) como as de maior potencial de crescimento para os próximos anos. Este é um dos pontos levantados na pesquisa realizada pela Deloitte, “Panorama Empresarial 2011 – Visões e expectativas sobre o novo ciclo de crescimento do Brasil”.Nesta edição, para detectar os fatores que podem ser determinantes ao crescimento do País, o levantamento ampliou a análise das perspectivas dos entrevistados para 2015, ao contrário dos estudos anteriores, que consideravam apenas o período de um ano.



Desta forma, o levantamento permitiu algumas conclusões sobre as expectativas do empresariado para o restante de 2011 e o médio prazo, até 2015:O maior desafio apontado pelas empresas, para o curto e médio prazos, é a retenção de capital humano e o desenvolvimento de talentos. “As mudanças ocorridas no Brasil nos últimos anos têm contribuído para um aquecimento significativo do mercado de trabalho. Isso já se reflete no dia a dia das empresas. E a busca por profissionais qualificados e a retenção dessas pessoas ganharam relevância junto aos empresários”, destaca José Paulo Rocha, sócio-líder da área de Corporate Finance da Deloitte e responsável técnico pela pesquisa. Para ele, o fator “capital humano” passou a ser um diferencial competitivo no contexto econômico vivido pelo Brasil nos últimos anos.InvestimentosUm total de 27% pretende aumentar seus investimentos entre 5,1% e 10% nos anos de 2010 e 2011. Esse mesmo incremento previsto para 2015 está nos planos de 25% dos entrevistados.Em 2011, os recursos serão destinados, principalmente, para ações de marketing e comunicação, segundo 70% dos respondentes.



Os recursos humanos aparecem em segundo lugar, de acordo com 68% dos participantes.Os entrevistados apontaram uma perspectiva otimista para o aumento dos investimentos estrangeiros, em 2015, de acordo com 86% das respostas. A internacionalização das empresas foi outro aspecto apontado por 81%. Para 79%, as fusões e aquisições devem aumentar em 2015.Dentre as empresas pesquisadas, a maior parte pretende lançar mais de 20 produtos e/ou serviços nos próximos anos (43% em 2011 e 34% em 2015).Com relação ao cenário externo, os entrevistados acreditam na ocorrência de um ou mais episódios de crise no mundo (84%) e também na ascendência política dos países emergentes (85%).



Megaeventos e públicos de interesseOs entrevistados destacaram como maior desafio para os megaeventos esportivos previstos para os próximos anos a criação de alternativas viáveis de transporte aéreo (76%). A mobilidade urbana foi destacada em 67% das respostas e a segurança ficou em terceiro lugar, com 43%.



Quando questionadas sobre o nível de eficácia das iniciativas adotadas ou a serem adotadas, neste e nos próximos anos, para endereçar os desafios do mercado, as empresas estão valorizando as ações de relacionamento como alternativa.


Fonte: Tribuna da Bahia

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O Papel da Auditoria Interna no novo cenário de Riscos.

Convergência Contábil (IFRS x CPC) 2010 / Salvador


Programa Objetivos
Apresentar quais são as tendências e perspectivas do mercado, considerando os novos padrões e exigências regulamentares. Demonstrar como as empresas de diferentes setores estão implantando o IFRS com valor agregado, revisitando e discutindo os modelos de negócios. Promover um fórum de discussões para entendimento e implantação do IFRS, considerando metodologia, modelos e papéis e responsabilidades. Apresentar casos práticos do nível de maturidade de implantação do novo modelo contábil.

A quem se destina
Diretor, Membro de Comitê de Auditoria, Gerente de Auditoria Interna, Controller, Contador, Coordenador, Gestor, Supervisor, Consultor e demais profissionais que trabalham com Planejamento Estratégico ou com Controles Internos e Riscos.

Programa
Tendências e Perspectivas; Situação Atual; IFRS Exemplos de Pronunciamentos; Riscos na Implantação do IFRS; IFRS Roadmap das Atividades; Visão do Auditor Interno.
Outros Assuntos Relevantes e Potenciais:

Diferenças; Lições Aprendidas; Informações Adicionais e Caso Prático (Uma empresa será convidada).

Palestrante:
Edson Lopes Cedraz Filho

Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica do Salvador (1998), Pós-graduado em Análise de Sistemas pela Fundação Visconde de Cairú (2000), Participou de diversos cursos relacionados a Gestão de Riscos no Brasil e no exterior. Atualmente é o gerente responsável pela prática de Gestão de Riscos e Auditoria Interna da Deloitte no escritório de Recife. Possui 10 anos de experiência profissional concentrada em Auditoria Interna e Gestão dos Riscos empresariais, em termos estratégicos e operacionais. Ingressou na firma em 2000, foi promovido a Consultor Senior em 2002 e a Gerente em 2005.

João Rafael Araujo Filho
Possui mais de 10 anos de experiência no atendimento a clientes nacionais e internacionais das indústrias de manufatura, energia, infraestrutura e tecnologia. Desde 2007 membro do Global IFRS and Offerings Services (GIOS), um grupo da Deloitte especializado em assuntos relacionados aos princípios contábeis geralmente aceitos nos Estados Unidos da América (U.S. GAAP), às normas Securities and Exchange Commission (SEC), às International Financial Reporting Standards (IFRS) e aos processos de abertura de capital (IPO). Durante o período setembro de 2007 a setembro de 2009 atuou no centro de Nova York do Global IFRS and Offerings Services (GIOS), onde atendeu clientes globais na implementação das normas internacionais de contabilidade (IFRS). Certified Public Accountant (“CPA”) outorgado pelo California Board of Accountancy. Membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil – IBRACON, onde atuou em diversos comitês e grupos de trabalho entre 2005 e 2007.”

Ricardo Santos Teixeira
Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade Católica de Ciências Econômicas da Bahia (1996). Pós graduado em Finanças Corporativas pela UNIFACS-Universidade Salvador (2004). Participou de diversos cursos relacionados a Consultoria Empresarial e Gestão de Riscos no Brasil e no exterior. Sócio da Deloitte. Possui 16 anos de experiência profissional concentrada em Consultoria Empresarial e Gestão dos Riscos Empresariais em termos estratégicos e operacionais. Tem experiência na execução de projetos nos mais variados tipos de indústria com focalização nas seguintes áreas: Estruturação de Controles Internos, Auditoria de Sistemas, Auditoria Interna, “Revenue Assurance” (Segurança da Receita), “Cost Control” (Segurança dos desembolsos), Sarbanes Oxley, Capacitação de equipes de auditoria interna de clientes da firma, Investigação de Fraudes.


Local:
Hotel Fiesta Bahia
Av. Antônio Carlos Magalhães, 711 Pituba, Salvador - BA Tel.: 71.3352.1443

Data:
26/08/2010

Horário:
9:00 às 13:00

Investimento:
R$ 100,00

Oferecemos:
coffee break, estacionamento, material técnico, crachá e certificado de participação.

Contatos Deloitte
Salvador - Seminários (Juliana Pimenta) Tel.: 71 2103.9402/ 2103.9400



São Paulo - Seminários (Yara/ Marlene/ Natália) Tel.: 11 5186.1032/ 5186.1160 e 5186.1507Site - www.eventosdeloitte.com.br e-mail: seminarios@deloitte.com


Comunicação e Marketing
ABIH-BA

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Workshop: Governança Corporativa em empresas familiares / Salvador


Workshop: Governança Corporativa em empresas familiares / Salvador

As mudanças no cenário econômico impuseram diversos desafios para a gestão dos negócios. Empresários que lideram negócios de controle familiar tem externado preocupações sobre:
· a perpetuidade do negócio e a participação da família;

· o relacionamento com sócios;

· o monitoramento das operações e a necessidade de conhecimento dos riscos que impactem os seus negócios;

· se sua empresa está efetivamente preparada para enfrentar os desafios inerentes ao crescimento.

Adicionalmente, muitos empresários se perguntam se Governança Corporativa não seria um programa somente para empresas de grande porte, com capital em Bolsa. Diante deste cenário, o Workshop tem como objetivo principal:

· detalhar os conceitos de Governança Corporativa e dos instrumentos que possibilitam sua operacionalização;

· apresentar a importância da Governança Corporativa para empresas familiares;

· detalhar o processo de adaptação dos conceitos de Governança para empresas familiares;

· apresentar as principais ferramentas utilizadas na implementação de uma Governança que atenda aos desafios enfrentados por empresas familiares.

A quem se destina:

· Sócios e herdeiros de empresas familiares. Presidentes e diretores de empresas familiares. Representantes de Associações Patronais.
Programa:

· Cenário atual e desafios para as empresas familiares;
· Conceitos de Governança Corporativa;
· Porque implantar a Governança Corporativa;
· Adaptação dos conceitos para empresas familiares;
· Ferramentas utilizadas na Governança;
· Implantação do Conselho de Família;
· Formação dos Comitês;
· Riscos de negócio e monitoramento das operações;
· Desenvolvimento de herdeiros e planos de sucessão;
· Benefícios decorrentes da implantação; · Por onde começar.

Palestrante:

Ricardo Santos Teixeira

Sócio da Deloitte. É responsável pela prática de Consultoria em Gestão de Riscos no Norte e Nordeste. Possui 17 anos de experiência profissional concentrada em Gestão dos Riscos Empresariais e Consultoria Empresarial.

É graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade Católica de Ciências Econômicas da Bahia. Pós graduado em Finanças Corporativas pela UNIFACS-Universidade Salvador. Participou de diversos cursos relacionados a Gestão de Riscos e Consultoria Empresarial no Brasil e no exterior.

Edson Lopes Cedraz Filho

Gerente Senior da Deloitte. É responsável pela prática de Consultoria em Gestão de Riscos no Escritório de Recife. Possui 10 anos de experiência profissional concentrada em Gestão de Riscos Empresariais.

É graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado em Análise de Sistemas pela Fundação Visconde de Cairú. Participou de diversos cursos relacionados a Gestão de Riscos no Brasil e no exterior.
Locais e Datas:

Salvador
03/08/2010
8:30h às 12:30h
Fiesta Bahia Hotel

Investimento: R$100,00

Oferecemos:
Coffee break, estacionamento, crachá, material técnico e certificado de participação.


Informações:
matsouza@deloitte.com

Matheus Souza Manager Enterprise Risk Services
Deloitte Touche Tohmatsu
Tel: (71) 2103.9428
Mobile: (71) 9966.6651

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Salvador e Rio são as cidades-sede da Copa que precisam de maiores investimentos

Pesquisa realizada pela Deloitte e IBRI revela a opinião e os planos de investidores para a Copa de 2014 e Olimpíadas
Salvador, 15 de julho de 2010 - As cidades-sede da Copa de 2014 que necessitam de maiores investimentos para a conclusão dos projetos e o atendimento às exigências determinadas pela FIFA são Rio de Janeiro e Salvador. Essas cidades foram apontadas por mais da metade dos entrevistados da pesquisa “Brasil, bola da vez – Negócios e investimentos a caminho dos grandes eventos esportivos”, realizada pela Deloitte, em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).

As cidades de Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba não necessitariam de grandes somas de recursos para se adequarem aos padrões exigidos, de acordo com o estudo. As regiões que apresentarão maior potencial de oportunidades para os investimentos são as regiões Sudeste (72% dos respondentes) e Nordeste (53%).

Embora haja poucas dúvidas quanto às oportunidades que serão geradas pelos eventos, algumas questões foram apontadas pelos entrevistados como muito importantes para que o País possa comprovar sua capacidade de realização. Entre elas, está a seguinte questão: “As cidades-sede vão conseguir concluir seus projetos para a Copa?”.

Para 65% dos entrevistados, as cidades anfitriãs irão apresentar “certa dificuldade” para a conclusão dos projetos. Adicionalmente, 47% dos respondentes indicam que as cidades-sede devem procurar dar uma resposta positiva sobre a capacidade de cumprimento de seus compromissos.

A boa administração dos investimentos públicos aplicados aos eventos será outra grande questão a ser resolvida (63% dos respondentes). Simultaneamente, 57% dos respondentes acreditam que o País finalmente precisa demonstrar que resolverá seus problemas de infraestrutura e logística.

Os investidores - também entrevistados na pesquisa - já demonstram interesse em começam a agir. Um total de 58% afirmou que pretende investir na Copa de 2014. Já para a Olimpíada de 2016, 61% já mostram interesse em futuros investimentos.

A pesquisa aponta que os investidores já começaram a avaliar projetos. No segundo semestre de 2010, 24% dos investidores respondentes manifestaram intenção de investir nas oportunidades geradas pela Copa do Mundo de 2014. Já no segundo semestre de 2011, este percentual cresce para 65%. Com relação à Olimpíada, no primeiro semestre de 2012, 26% têm intenção de investir. Para o início de 2013, esse número cresce para 63%.

Setores – Tanto para os investidores quanto para os RIs, os setores que mais devem crescer em razão dos grandes eventos de 2014 e 2016 são a indústria de construção (65%), turismo, hotelaria e lazer (55%) e, em terceiro lugar, transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária (53%). Os serviços públicos e privados de segurança ficaram por último, com apenas 7%. Apesar de saúde estar entre os itens possíveis de crescimento propostos pelo estudo, o setor não foi assinalado.

Planejamento – Quando questionados sobre como será a preparação do Brasil para a Copa do Mundo em comparação aos demais países que já sediaram o evento, apesar de a maioria acreditar que planejamento, cumprimento de prazos e despesas serão inferiores (42%, 55% e 75% respectivamente), os RIs avaliam que o retorno dos investimentos das empresas será melhor ou equivalente aos demais países, com 85%.

Já sobre os aspectos positivos a serem proporcionados para o Brasil no longo prazo, 67% dos RIs responderam que será a melhoria da imagem brasileira no exterior, enquanto 63% acreditam na qualificação do País como pólo turístico mundial. Um total de 54% apostam na internacionalização do País como a principal vantagem.
Sobre a Deloitte

A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria Tributária, Consultoria em Gestão de Riscos Empresariais, Corporate Finance, Consultoria Empresarial, Outsourcing, Consultoria em Capital Humano e Consultoria Atuarial para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em 140 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.

No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 4 mil profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

A Deloitte refere-se a uma ou mais Deloitte Touche Tohmatsu, uma verein (associação) estabelecida na Suíça, e sua rede de firmas-membro, sendo cada uma delas uma entidade independente e legalmente separada. Acesse www.deloitte.com/about para a descrição detalhada da estrutura legal da Deloitte Touche Tohmatsu e de suas firmas-membro.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Deloitte
Qualidade Ponto Com Marketing e Comunicação
Atendimento: Núbia Cristina Santos e Renato Barbosa
Contatos: 3013-4211; 3241-8711; 8876-3502;8876-3503
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)